Atualmente, muitos pais condenam o uso dos videogames por seus filhos enquanto muitos marmanjos não abrem mão de comprar os últimos modelos (caríssimos) no mercado. Mas será mesmo que o videogame é apenas um vilão na educação da criançada?
Particularmente não considero o videogame uma atividade mais prejudicial que o uso de programas como MSN, ORKUT, entre outros no computador. Muita gente argumenta que o maior ponto negativo dos jogos eletrônicos é o sedentarismo existente nesta prática em ficar horas sentado em uma poltrona, muitas vezes degustando guloseimas e fatalmente trazendo problemas de saúde gerados principalmente pela obesidade.
Mas se o problema é o sedentarismo, me pergunto por que nunca ninguém critica o hábito (muito mais raro é verdade) de crianças que passam horas sentadas em suas carteiras nas escolas ou bibliotecas como atividade sedentária?
Certamente você já me respondeu: mas na escola a criança está aprendendo, é diferente.
É diferente da escola com certeza, mas não significa que a criança não aprende nada com os videogames. Estes jogos eletrônicos ensinam coisas boas mas também ensinam coisas ruins. Então mais uma vez volto a citar o papel da importância da participação dos pais na educação das crianças, agora na escolha dos jogos nos quais seus filhos irão se divertir e até “aprender”.
É uma questão de controle
Os jogos de videogames quando dosados adequadamente em relação ao tempo de uso diário e a escolha do tipo de jogo, são significativos no desenvolvimento emocional e cognitivo, além de propiciar conhecimentos sobre história, geografia, conhecimentos gerais e principalmente estar em contato com o idioma INGLÊS, tão importante nos dias de hoje. O videogame também aprimora o raciocínio lógico e matemático dos usuários permitindo processar informações de forma mais rápida e aperfeiçor a capacidade de concentração.
Qualquer coisa em excesso é ruim
Apesar de todos os benefícios citados acima, não significa que você deva sair correndo comprar o melhor videogame para o seu filho, pois os principais argumentos daqueles que condenam o uso do videogame está relacionado ao uso excessivo ou aos jogos violentos existentes no mercado. É aí que entram os verdadeiros super-heróis da criançada, seu papai e sua mamãe. Participando da escolha dos jogos e impondo limites sobre o tempo de permanência em frente aos aparelhos eletrônicos você evita os pontos negativos deste que já é o segundo brinquedo preferido das crianças (o primeiro é o celular, inacreditavelmente considerado “brinquedo” pelos pequenos que já querem o seu cada vez mais cedo. Pergunto-me onde anda a bola ou a boneca nesta lista do papai Noel).
Qual a dose certa doutor?
Nunca um videogame, mesmo os mais novos que estimulam movimentos, substituirá uma boa brincadeira de bola ou um passeio de bicicleta. O videogame deve ser “mais” uma atividade de descontração das crianças e não a única. Procure dividir as atividades que seu filho faz durante o dia, inclusive se possível matriculando ele em aulas como natação e/ou inglês. Em relação ao tipo de jogo, deve-se optar por jogos esportivos e educativos evitando os jogos que abusam da violência e tensão, que podem potencializar as atitudes violentas caso exista pouca comunicação entre os pais e suas crianças, fazendo com que a criança procure exemplos em “outros” lugares para se espelhar.
Lembre-se, negar tudo para uma criança sem nem mesmo ter um bom argumento (sim as crianças entendem se você explicar porque é que não pode) trará sofrimento e frustração, especialmente se seus coleguinhas possuem o que seus filhos estão pedindo. Além disso, existem milhares de Lan Houses que permitem aos pequenos, acesso total a jogos e páginas de internet não recomendas pelo Ministério da educação. Caso seu filho contrarie suas ordens procurando uma instituição dessas, você terá um problema familiar ainda maior.
Tratando assuntos sérios com descontração procuramos sempre ajudar com informações úteis, argumentos e opiniões. Não deixe de comentar sua opinião.
O país que sediou os jogos olímpicos em 2000 com a cidade de Sydney tem a população cosmopolita, formada especialmente por europeus e asiáticos. A mistura de culturas pode ser atribuída ao incentivo que o governo australiano oferece aos estudantes estrangeiros, o que não quer dizer que não haja controle sobre eles. O governo australiano estimula pesquisas nas áreas médica, biológica, oceanográfica, física e tecnológica.
Conhecida pelos exóticos cangurus, koalas e até pelas tribos aborígenes. A Austrália apresenta uma beleza natural e preservada que encanta os estrangeiros. Suas mais de 10 mil praias são o sonho de consumo de qualquer surfista. A diversidade de climas encontrada no território australiano vai desde o calor do “Outback” (nome dado ao deserto no país por estar fora da costa), no centro do país, até as geleiras das “Snowy Mountains” (montanhas de neve), a pouco mais de uma hora de Camberra, capital do país.
Com clima tropical, praias bonitas, surfe, população hospitaleira e um câmbio melhor do que o dólar americano são as principais motivações dos estudantes que escolhem a Austrália como destino de estudo. Segundo estatísticas da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), o país é hoje o segundo preferido dos brasileiros que vão ao exterior para estudar inglês, ficando atrás apenas do Canadá.
Os estudantes podem, ainda, aproveitar as horas de folga para praticar atividades radicais, entre elas “rafting”, surfe, “canyoning”, mergulho, vôo livre, “bungee jumping”, paraquedismo e “mountain bike”.
A qualidade de vida na Austrália também se deve ao bom funcionamento dos serviços públicos, desde transportes e hospitais a áreas de lazer gratuitas. A Austrália foi colonizada pelos ingleses em 1.770 e já faz parte da lista dos países mais ricos do mundo.
Atualmente, o país apresenta uma das sociedades mais organizadas e um dos melhores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo – é o 3º na lista da ONU (Oraganização das Nações Unidas) de 2007. A Austrália tem uma sociedade mais igualitária que a brasileira. Ou seja, há menor diferença entre as classes sociais australianas que entre as brasileiras.
Eu tinha apenas nove anos de idade quando vi na TV a euforia daquelas pessoas ao voltarem à Alemanha Ocidental após um longo período de cerca de 30 anos. Eu não entendia bem o que estava acontecendo mas os repórteres passavam a clara impressão de que estavam mostrando pessoas que acabavam de se libertar de uma prisão:
- Olha aquele carro, como é grande!
- E aquela loja toda de vidro!
- Nossa! Os restaurantes ficam um ao lado do outro!
Assim diziam uma família de alemães orientais dentro de seu modesto carro ao observarem o centro de Berlim Ocidental em 1989. Parecia uma cena de mais um filme de ficção científica sobre viagens no tempo.
Mas não se tratava de ficção, nem tampouco eram prisioneiros de um Gulag soviético ou qualquer outro tipo de campo de concentração. Antes da construção do Muro, 3,5 milhões de alemães orientais tinham evitado as restrições de emigração do Leste e fugiram para a Alemanha Ocidental, muitos ao longo da fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Durante sua existência, entre 1961 e 1989, o Muro quase parou todos os movimentos de emigração e separou a Alemanha Oriental de Berlim Ocidental por mais de um quarto de século. Era o símbolo da chamada “Cortina de Ferro” dividindo capitalistas e comunistas em território europeu. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de atravessá-lo.
Para entender como essa barreira foi vencida em 1989 é preciso estudar a situação de decadência em que a (ex) URSS se encontrava, mas a atenção do mundo todo se voltou para o muro quando em 1987 o então presidente norte americano Ronald Reagan desafiou o ainda “recente” líder comunista Mikhail Gorbachev a por abaixo o muro.
Em 4 de novembro de 1989. Meio milhão de pessoas participam de uma manifestação pela democracia em Berlim Oriental. Em minha opinião se tratava muito mais de interesses econômicos sobre o alcance de um novo mercado consumidor em lugar de fraternidade e compaixão com seus vizinhos. Poucos dias depois em 9 de novembro de 1989, Egon Krenz, diz que todos os alemães orientais podem ir para a Alemanha Ocidental a partir do dia seguinte que solicitarem um visto de saída. Uma confusão relacionada ao anúncio leva, em minutos, os berlinenses do Leste a pressionar os postos de fronteira. Até meia-noite, centenas de milhares derrubam o Muro e chegam a Berlim Ocidental. Era o sinal que aquele lado já agia em sincronia com o resto do mundo novamente!
Com clima semelhante ao do Brasil e paisagens exuberantes, o país da próxima Copa do Mundo tem muito mais a oferecer do que este grande evento mundial que ocorrerá no ano que vem.
A versatilidade cultural da África do Sul oferece a possibilidade de conhecer animais raros e diferentes aldeias. Nas principais cidades e vilas, encontram-se mercados de rua com arte africana de diferentes estilos, além de centros comerciais que funcionam como zona de lazer, a exemplo do Victoria e do Alfred Waterfront, nas docas da Cidade do Cabo. O país tem onze línguas oficiais (inglês, africâner, zulu, xhosa, isindebele, northern sotho, southern sotho, isiswati, tsonga, tswan e venda). O inglês, falado em todas as províncias, é a língua usada para negócios.
Em Pretória, capital administrativa do país, há prédios modernos e construções elegantes de influência européia. Na reserva de Kruger Park -a mais famosa-, há centenas de espécies de pássaros e animais selvagens, como búfalo, elefante, leão, leopardo e rinoceronte. No país, podem-se ver também as impalas, zebras, girafas, hipopótamos e plantas que não são encontradas em outras regiões.
Durban, principal cidade da Província de Kwazulu-Natal, é um importante porto do Oceano Índico. A cidade é jovial e descontraída, com várias opções de restaurantes e bares de frente para o mar. A Cidade do Cabo -uma das regiões mais bonitas do país- tem clima agradável e flora exuberante. É nessa região em que são produzidos os melhores vinhos sul-africanos.
A África do Sul tem três capitais: Pretória (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (judiciária). No total, o país tem hoje 44,7 milhões de habitantes. A facilidade de entrada é um outro atrativo do país. Para estudar Inglês na África do Sul por até 90 dias, os brasileiros não precisam de visto.
As novas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) serão realizadas nos dias 5 e 6 de dezembro, coincidindo com diversos vestibulares e com os concursos para o IBGE e para a Receita Federal.
Vestibulares que coincidem com a data do ENEM em dezembro:
UNESP (Universidade do Estado de São Paulo)
FGV (Fundação Getúlio Vargas)
UnB (Universidade de Brasília)
UFJF (Federal de Juiz de Fora)
UFSC (Federal de Santa Catarina)
UFS (Federal do Sergipe)
Concursos Públicos:
IBGE
Receita Federal
Prova levada na cueca
Nós homens sempre damos valor ao que carregamos na cueca, pensando assim que o rapaz que trabalhava na impressão das provas escondeu o Caderno 1 da prova do ENEM para tentar fazer dinheiro fácil vendendo para estudantes mas teve a imbecil idéia (ainda bem) de tentar vendê-la para a imprensa. Outras duas pessoas se envolveram no furto da prova e podem pegar até 12 anos de prisão.
A facilidade como a prova foi furtada mostra a fragilidade da segurança e a pouca confiabilidade no resultado de concursos públicos em todo o país. É mais um caso onde a educação, raiz de quase todos os problemas brasileiros, sai prejudicada pela corrupção, incapacidade e negligência de alguns.
Como um Blog de educação não passaríamos em branco por essa notícia, pois há muito o que comemorar sim com a escolha da cidade brasileira para abrigar o maior evento da Terra: os Jogos Olímpicos. Para a educação no nosso país isso será revolucionário, ainda que podemos esperar por obras superfaturadas, favorecimentos ilícitos e toda a sujeira que nossa política nos oferece. Mas isso já não acontece sem as Olimpíadas?
Então refletindo sobre o que há de bom nisso tudo, podemos citar as adequações que a cidade ira passar, financiadas pelos Governo Federal, Estadual, Municipal e pela iniciativa privada. Esta última imagino que terá um peso importante, já que tal evento movimenta bilhões por todos os países que passa e a cidade do Rio vive do turismo e tem grande potencial hoteleiro que são grandes investidores.
Mas o Rio ainda não tem hotéis suficientes diz o COI, isso pode ser resolvido até a realização do evento. Nas olimpíadas de Atenas em 2004 isso foi remediado com o posicionamento de diversos navios cruzeiros com capacidade de hospedar milhares de pessoas.
O transporte parece ser o desafio maior, pois o Rio cresceu muito e de forma desordenada, com a ocupação irregular dos morros. As ruas cariocas precisarão ter a capacidade de movimentar um milhão de pessoas por dia entre as áreas onde ocorrerão as provas esportivas, pois durante os jogos olímpicos acontecem dezenas simultaneamente.
A violência e outros problemas sociais terão agora um grande incentivo para serem combatidos, ou seriam remediados? Dizem que os poderosos conseguem acalmar as coisas quando querem, mesmo nos morros tomados pela lei dos traficantes.
Revolucionário por quê?
Mas dizíamos que será revolucionário para a educação do país, pois faz tempo que nosso Blog bate na tecla da educação como uma forma eficaz (comprovada em outros países) para diminuir a violência, desemprego, desigualdade social, melhorar a situação da saúde pública e até contribuir para uma estatística menos drástica no trânsito brasileiro que é o pior do mundo.
Através do incentivo ao esporte podemos mudar a vida das pessoas, das crianças aos idosos. Basta ouvir a história de quem ficou paraplégico e reencontrou no esporte a vontade de viver. Em nosso país temos muitas crianças buscando o sonho de ser jogador de futebol, mas por que não dividir esses sonhos com os demais esportes de grande apelo popular pelo mundo?
O papel de Lula e da delegação brasileira
Ninguém tem dúvida que a apresentação de hoje influenciou no resultado final. Com um discurso convincente (e apelativamente adequado a situação) de nosso presidente da república e uma obra prima da publicidade cinematográfica produzida por Fernando Meirelles os membros do COI ficaram comovidos. Na votação, a cidade de Chicago, que era apontada até como favorita, foi a primeira a ser eliminada.
Após o anúncio da vitória brasileira os brasileiros presentes entraram em histeria, Pelé e Lula choravam copiosamente. Eu confesso que fiquei emocionado, mas pensei que ele deveria ter chorado também quando o Sarney, Palocci, Marcos Valério, José Genoíno e tantos outros aprontaram com o nosso país. Mas infelizmente estes foram apoiados pelo presidente.
A conta por favor
A Olimpíada de 2016 vai custar cerca de R$ 25,9 bilhões, é o que dizem. Com o “jeitinho brasileiro” esse número pode tanto aumentar quanto diminuir. Nos Jogos Pan-Americanos o Rio não conseguiu entregar tudo o que prometeu. Também conta as muitas críticas que recaem sobre a gastança federal em uma única cidade brasileira, mas uma manchete duvidosa que li em um jornal esta semana finalmente fez sentido pra mim, ela dizia que a imprensa mundial considerava LULA a figura política mais popular do planeta na atualidade, eu achei que fosse o Obama. Parece que estão certos!
(Temos que tolerar um ao outro, tolerar um ao outro)
One
(Um)
Have you come here for forgiveness?
(Você veio aqui pelo perdão?)
Have you come to raise the dead?
(Você veio ressuscitar os mortos?)
Have you come here to play Jesus?
(Você veio aqui bancar o Jesus?)
To the lepers in your head?
(Para as doenças que você cria na sua cabeça?)
Did I ask too much, more than a lot?
(Te pedi demais? Mais do que deveria?)
You gave me nothing, now it’s all I got
(Você não me deu nada e agora é só o que eu tenho)
We’re one, but we’re not the same.
(Somos um, mas não somos iguais)
Well, we hurt each other, then we do it again.
(Bem, nós nos machucamos uns aos outros e então começamos tudo de novo)
You say:
(Você diz:)
Love is a temple, love a higher law
(O amor é um templo, amar é a lei mais importante)
Love is a temple, love the higher law
(O amor é um templo, amar é a lei mais importante)
You ask me to enter, but then you make me crawl
(Você me pede para entrar, daí me faz rastejar)
And I can’t be holding on to what you got
(E eu não posso mais ficar aguentando o que você tem)
When all you got is hurt.
(Quando tudo o que você tem é dor)
One love, one blood
(Um amor, um sangue)
One life you got to do what you should.
(Uma vida, você tem que fazer o que deve)
One life with each other: sisters, brothers.
(Uma vida um com o outro: irmãs, irmãos)
One life, but we’re not the same.
(Uma vida, mas não somos iguais)
We get to carry each other, carry each other.
(Nós temos que tolerar um ao outro, tolerar um ao outro)
One love!
(Um amor!)
One!
(Um)
Composição de Bono Vox
Traduzido por Helder Victor
Aqui está uma bela música com um trabalho de tradução para o idioma português de forma manual, não por traducão automática como a maioria dos grandes sites especializados costumam fazer, prejudicando os fãs com a perda de sensibilidade nas palavras. Confira você mesmo clicando aqui.
Ouça a música acompanhando a letra em inglês para você praticar sua audição no idioma estrangeiro.
Terra dos esportes radicais e da natureza exuberante, a Nova Zelândia é o país preferido de muitos turistas no mundo inteiro. Praticamente isoladas no Oceano Pacífico suas ilhas encantam pela beleza do relevo com seus Fiordes e pela diversidade de flora e fauna. Já foi cenário de inúmeros filmes como “O Senhor dos Anéis” por exemplo.
As cidades mais populosas do país são a capital Wellington e Auckland, ambas na ilha norte. Auckland tem um milhão de habitantes, abriga um porto e sua geografia favorece a prática de esportes radicais aquáticos. Por ser o maior centro do país, Auckland é também a preferida de muitos estudantes estrangeiros.
Repleta de construções verticais, a cidade abriga o maior edifício do hemisfério sul, de onde é possível pular de bungee jump.
Confira em nosso Blog as próximas maravilhas de “países que falam inglês”