A segunda mulher a vencer o reality levou R$ 1 milhão, uma vaga na empresa de Justus com salário de R$ 10 mil e um carro zero. Justus disse que Marina se encaixa melhor no perfil que estava procurando. Vamos discutir aqui o perfil de cada finalista.
Margarete quem?
Perguntadas sobre com que perfil elas se assemelhavam, ambas votaram na mesma opção entre as quatro oferecidas. A “Dama de Ferro” que governou a Inglaterra. O estranho foi o motivo que não ficou claro, pois se ambas admitiram nunca ouvir falar da rainha* britânica, por que então se assemelham com ela? Acharam o apelido “bunitin”? O fato é que todo o programa mostrou pouco conhecimento geral dos universitários participantes com erros grotescos de português, inglês, geografia e história. A exceção neste ponto foi a participante Maytê, que conseguiu sua vaga no programa através de um Quiz show e manteve o desempenho cultural, ganhando o apelido de gênio mas não escapando da demissão por não traduzir em resultados práticos suas idéias.
Justus sabe que um bom publicitário é egocêntrico. Com uma participação discreta durante todo o programa, Marina obteve mais regularidade em todas as tarefas. Com personalidade forte, soube se defender bem em todas as salas de reuniões onde correu o risco de ser despedida. Um de seus pontos fracos é a arrogância que dificulta seu trabalho em equipe, criando sempre atritos e negligenciando sua função de líder para fazer os colegas mais fracos renderem mais. Não fez rodeios para dizer que prefere trabalhar sozinha. Todos sabem que não dá pra cobrar o escanteio e correr até a área pra cabecear. Vamos ver o que o Justus vai dizer quando ela falar pra ele “vai dar uma volta e não me atrapalha que eu faço sozinha” frase que ela disse a Rutênio.
entre os próprios participantes, Karina foi disputada pelos participantes que a queriam em seu grupo. Durante todo o programa não foi visada pelos rivais o que a livrou da temida sala de reunião até a fase final do programa onde apontada pelo apresentador por uma queda de rendimento acabou demonstrando insegurança. A karina é mais humana e não consegue se defender bem nas salas de reuniões para atacar o ponto fraco de seus colegas e isso infelizmente é um defeito nesse mundo capitalista.
Saber ouvir é capacidade de poucos, na última prova a Karina deu um show de comando, sabendo tirar proveito de cada participante, daí o resultado vitorioso na prova final. Mas diante da série de testes psicotécnicos durante a final transmitida ao vivo, deixou a adversária crescer.
Penso que Justos tem tudo o que precisa. O programa Aprendiz não passa de um escoadouro de seus projetos publicitários para um bom espaço na TV, ganhando fácil novos clientes para sua empresa. Escolher um vencedor? Não é tão importante como conseguir tantos clientes para patrocinar o reality em horário tão fraco na telinha. Então que seja alguém com a cara da TV, olhos azuis e vestidinho “justu”… bonequinha de luxo para apresentar nos eventos e aumentar audiência. Enfim, o cara sabe ganhar dinheiro.
Agora você já sabe, educação sem complicação é aqui, visite o blog regularmente e deixe seus comentários para enriquecer nossos artigos.
Abraços
5 Comentários
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Dei muita risada com as edições de fotos. Hahahaha.
Parabéns pelo texto, apesar de não ter torcido para a Karina gostei muito de ler, vou visitar o blog mais vezes. Se todos os outros posts tiverem esse bom humor estarei bem servido de diversão.
Um grande abraço.
Gil
Obrigado Prof. Gilmar,
É isso aí, não precisamos concordar sempre pois, a diferença é construtiva e conhecer diferentes opiniões é sempre válido para aprender e crescer. Conto com sua visita e novos comentários.
Abraços
Concordo com você acho que mais pra frente o Justos que não tem nada de “justo” vai passar um bom bocado na mão da mariana.
então a Margareth é rainha britânica?
Olá Anna,
Ela Não é nem nunca foi uma rainha.
O que acontece é o seguinte, o sistema parlamentarista-monárquico adotado pelos Britânicos é único no mundo. Onde eles mantém uma monarquia “de fachada” pela tradição mas quem governa o país de fato é o Primeiro Ministro, cargo que Thatcher ocupou.
Como o post não se trata de história eu não quis alongá-lo e preferi chamá-la de rainha (de fato muitos governantes ainda se referem a ela assim) para não precisar explicar a abismal diferença entre os sistemas presidencialista e parlamentarista, que geram muita confusão. O termo “rainha” é comumente assossiado ao governo, mas na Inglaterra o governo não é composto pela rainha, mesmo ela existindo. Mas tive a preocupação de colocar um link em seu nome para quem deseja os detalhes.